mirror of
https://github.com/diegosouzapw/OmniRoute.git
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* feat(compression): target-wire OmniGlyph stage and transport fidelity gate Roda o OmniGlyph depois da tradução para o wire real do provedor, em vez do corpo de origem. Um cliente OpenAI roteado para Claude deixava de comprimir com skip:source_format_not_claude porque o corpo ainda estava em formato OpenAI quando a engine era avaliada. - dispatch nativo por wire: Anthropic Messages, OpenAI Chat Completions e OpenAI Responses (input[] preservado, sem achatar para messages[]); - estágio target-wire pós-translateRequest, com guarda contra dupla compressão no caminho Claude→OpenAI; - preserveSystemPrompt do OmniRoute mapeado para compressSystem: false; - imageTransportPolicy: fidelidade de bytes/dimensões separada de supportsVision; só Anthropic/Claude tem recibo byte-preserving, o resto é fail-closed; - contagem de tokens de data URL PNG no wire OpenAI (marcador ;base64,); - README e i18n en/pt-BR com claims escopados ao caminho medido. * feat(compression): adota omniglyph 1.4.0 e tira o gate de modelo da env do host O 1.4.0 introduziu escopos de segurança e passou a resolvê-los dentro de isOmniGlyphSupportedModel() lendo process.env.OMNIGLYPH_PROFILE. Somado ao OMNIGLYPH_MODELS que já existia, duas variáveis do ambiente do host decidiam em silêncio o gate de TODO request do OmniRoute: passthrough desligaria a engine inteira e OMNIGLYPH_MODELS admitiria modelos sem recibo medido, enquanto a UI segue prometendo "Claude Fable 5 na rota direta medida". O adapter passa a usar isOmniGlyphSupportedModelForScope() com escopo explícito e fixa o escopo mais restrito como teto: a env só pode ESTREITAR a allowlist, nunca alargar. Os dois wires compartilham a mesma lista no pacote desde o 1.4.0, então uma checagem cobre Anthropic e GPT. - omniglyph ^1.3.1 -> ^1.4.0 (lock em 1.4.0); - testes de regressão para os dois caminhos de sequestro por env; - teste de contrato dos exports novos (escopo, perfis, accounting). O 1.4.0 também traz, sem mudança de código aqui: correção do glyph K que era lido como H, remoção do backtracking polinomial no secret-guard, overrides do pnpm em pnpm-workspace.yaml e as transitivas vulneráveis resolvidas. * feat(compression): expõe os perfis semânticos do omniglyph nos três wires O 1.4.0 trouxe perfis nomeados (coding-safe, balanced, aggressive, passthrough), mas só transformAnthropicMessages() os resolve sozinho: os transformadores OpenAI recebem TransformOptions cru e ignorariam o campo. Um perfil escolhido pelo operador valeria no wire Claude e sumiria no OpenAI. O adapter passa a mesclar o perfil com mergeCompressionProfileOptions() antes de chamar Chat Completions e Responses. O default segue aggressive — a política que os recibos publicados mediram. Medido nesta base: com coding-safe/balanced, uma sessão sem histórico acumulado para em below_min_chars e a engine não faz nada, porque os dois fixam minCompressChars no máximo e desligam system/tools/tool-results. Como a engine é opt-in, um default assim entregaria "ligado, 0% de ganho". O perfil é TETO, não piso: mergeCompressionProfileOptions não deixa um override do chamador reabrir uma lane lossy que o perfil fechou. Coberto por teste, por ser contra-intuitivo. Também fecha um caminho em que o OmniRoute violaria a própria política: o wire OpenAI do pacote não tem compressSystem — honra apenas compressTools, gptHistory, minCompressChars e reflow, e sempre troca a instrução por um ponteiro para a imagem. Com preserveSystemPrompt ligado, imagear assim queimaria o prefixo quente que a decisão cache-aware está protegendo, sem nada no corpo devolvido denunciando. A engine agora pula com skip:system_preservation_unsupported_on_wire. * feat(compression): contabilidade física do omniglyph com grau de evidência O adapter descartava o TransformInfo inteiro, então a UI mostrava um número de economia sem dizer de onde ele vinha — contagem do provider, estimativa ou só diferença de bytes. O 1.4.0 expõe normalizeAccounting(), que classifica essa evidência e resolve a semântica de cache por família: Anthropic reporta input, cache-create e cache-read em buckets DISJUNTOS, enquanto OpenAI e xAI reportam cached como SUBCONJUNTO do input. Somar à mão dá double-count silencioso. O novo omniglyphTelemetry.ts não filtra por denylist — MONTA um objeto novo, campo a campo, só com número e enum. TransformInfo mistura contadores inofensivos com material que não pode ser persistido: bytes PNG, imageSourceText(s), recoverable[].text, os sha8 de system/CLAUDE.md/primeira mensagem, nomes de tags observadas e o bloco env (cwd, branch, versões). Copiar o objeto inteiro transformaria telemetria de compressão em vazamento de prompt. O teste de negação prova que segredo, caminho do operador, texto do system e base64 não aparecem, e varre a allowlist exigindo que toda string seja de um enum conhecido. - provider threaded do chatCore e do bridge Codex WS até a engine; ausente vira `unknown`, que faz o upstream recusar adivinhar buckets de cache; - contabilidade propagada para o engineBreakdown do passo (o agregado do pipeline soma todas as engines e não serviria); - skip não emite contabilidade: zeros ali seriam indistinguíveis de "a engine nem rodou". * feat(compression): perfil do omniglyph configurável, persistido e documentado Fecha o caminho do operador: o perfil já existia no adapter, mas só como default de código. Agora atravessa schema Zod, normalizador do banco, API de settings e a página dedicada do engine. - OmniglyphConfig tipado + omniglyphConfigSchema (z.enum dos quatro perfis); - normalizeOmniglyphConfig: nome desconhecido vindo do storage cai para o default em vez de virar "roda com a política padrão"; - seletor na página do engine, com PATCH próprio — o perfil vive fora do mapa `engines`, e mandá-lo junto reescreveria o mapa inteiro (o store persiste o mapa como uma linha JSON só); - i18n en/pt-BR descrevendo o custo medido de cada perfil, não só o nome; - README e COMPRESSION_ENGINES.md com a regra do teto e o motivo de o default não ser o perfil mais seguro. Corrige de passagem um teste-irmão que ninguém via: o gate de transporte na UI deixou de dizer "direct Anthropic" quando os wires OpenAI nativos entraram, mas tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx continuou afirmando a cópia antiga. O arquivo inteiro estava excluído do vitest.config.ts como "#8618 pre-existing failure", então a quebra passou silenciosa. Com a asserção alinhada o arquivo fecha 3/3, e a exclusão sai — o próprio comentário mandava removê-la quando corrigida. A doc não nomeia OMNIGLYPH_MODELS: o gate de docs fabricadas está certo em apontar que o OmniRoute nunca lê essa env — quem lê é o pacote. * fix(i18n): paridade do locale vi com as chaves novas do perfil do omniglyph `tests/unit/i18n-vi-completeness.test.ts` exige paridade ESTRITA de chaves entre en e vi — diferente do ratchet `i18n:check-ui-coverage`, que passa com 80%. As 11 chaves do seletor de perfil entraram só em en e pt-BR, e o gate de cobertura seguiu verde, então a quebra só apareceu na matriz completa do CI. --------- Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me> Co-authored-by: adevwithpurpose <adevwithpurpose@users.noreply.github.com>
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4.6 KiB
TypeScript
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4.6 KiB
TypeScript
import { test } from "node:test";
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import assert from "node:assert";
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import { omniglyphEngine } from "../../../open-sse/services/compression/engines/omniglyphAdapter.ts";
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// O OmniGlyph 1.4.0 expõe `normalizeAccounting()`, que classifica o GRAU DE
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// EVIDÊNCIA da economia (provider-reported / estimated / bytes-only /
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// unavailable) e resolve a semântica de cache por provider — Anthropic usa
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// buckets disjuntos, OpenAI/xAI reportam cached como subconjunto do input.
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// Somar à mão dá double-count. Antes disso o adapter descartava tudo e a UI
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// exibia um número sem dizer de onde ele veio.
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const SEGREDO = "sk-ant-api03-SEGREDO-QUE-NAO-PODE-VAZAR-NA-TELEMETRIA";
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const DENSE =
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"X".repeat(500) +
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"\n" +
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Array.from(
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{ length: 400 },
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(_, i) => `const row_${i} = compute(${i * 17}, "${"v".repeat(80)}");`
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).join("\n");
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function claudeBody(): Record<string, unknown> {
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return {
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model: "claude-fable-5",
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max_tokens: 128,
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system: `${DENSE}\nAPI_KEY=${SEGREDO}\ncwd=/home/operador/projeto-secreto`,
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messages: [{ role: "user", content: [{ type: "text", text: "oi" }] }],
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};
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}
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const OK = {
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model: "claude-fable-5",
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provider: "anthropic",
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supportsVision: true,
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providerTransport: "direct" as const,
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imageTransportFidelity: "byte-preserving" as const,
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|
};
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test("stats do omniglyph carregam a contabilidade normalizada com grau de evidência", async () => {
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const r = await omniglyphEngine.applyAsync!(claudeBody(), OK as never);
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assert.equal(r.compressed, true);
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const accounting = r.stats?.omniglyph;
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assert.ok(accounting, "compressão aplicada deve registrar a contabilidade");
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assert.equal(accounting.provider, "anthropic");
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assert.ok(
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["provider-reported", "estimated", "bytes-only", "unavailable"].includes(
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accounting.savings.evidence
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),
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`evidência inesperada: ${accounting.savings.evidence}`
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);
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// Sem contadores do provider nesta etapa, a base honesta é o tamanho do corpo.
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assert.equal(accounting.savings.evidence, "bytes-only");
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assert.ok(typeof accounting.bytes.original === "number" && accounting.bytes.original > 0);
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assert.ok(typeof accounting.bytes.transformed === "number");
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assert.ok(typeof accounting.images.count === "number" && accounting.images.count > 0);
|
|
assert.ok(typeof accounting.images.bytes === "number" && accounting.images.bytes > 0);
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|
});
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test("telemetria não carrega conteúdo: nem base64, nem prompt, nem segredo, nem ambiente", async () => {
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const r = await omniglyphEngine.applyAsync!(claudeBody(), OK as never);
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assert.equal(r.compressed, true);
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const serialized = JSON.stringify(r.stats);
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// Valores do request.
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assert.ok(!serialized.includes(SEGREDO), "segredo do system vazou na telemetria");
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assert.ok(!serialized.includes("projeto-secreto"), "caminho do operador vazou");
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assert.ok(!serialized.includes("const row_0 = compute"), "texto do system vazou");
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assert.ok(!serialized.includes("data:image/png;base64"), "data URL de imagem vazou");
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assert.ok(!serialized.includes("iVBORw0KGgo"), "cabeçalho PNG em base64 vazou");
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// Chaves do TransformInfo que carregam conteúdo, hash de conteúdo ou ambiente.
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for (const proibida of [
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"imageSourceText",
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"imageSourceTexts",
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"recoverable",
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"systemSha8",
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"claudeMdSha8",
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"firstUserSha8",
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"unknownStaticTags",
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"churningStaticTags",
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'"env"',
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]) {
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assert.ok(!serialized.includes(proibida), `campo proibido na telemetria: ${proibida}`);
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}
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// A allowlist é positiva: todo valor da contabilidade é número, string de enum
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// conhecida, ou objeto desses. Nada de texto livre vindo do request.
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const accounting = r.stats?.omniglyph;
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assert.ok(accounting);
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const enums = new Set([
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"anthropic",
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"openai",
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"xai",
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"unknown",
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"provider-reported",
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"estimated",
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"bytes-only",
|
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"unavailable",
|
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"claude-fable-5",
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|
]);
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const walk = (value: unknown, path: string): void => {
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if (value === undefined || value === null || typeof value === "number") return;
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if (typeof value === "string") {
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assert.ok(enums.has(value), `string fora da allowlist em ${path}: ${value}`);
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return;
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}
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assert.equal(typeof value, "object", `tipo inesperado em ${path}`);
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for (const [k, v] of Object.entries(value as Record<string, unknown>)) walk(v, `${path}.${k}`);
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|
};
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walk(accounting, "omniglyph");
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});
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test("skip não inventa contabilidade", async () => {
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const r = await omniglyphEngine.applyAsync!(claudeBody(), {
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|
...OK,
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imageTransportFidelity: "unknown",
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} as never);
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|
assert.equal(r.compressed, false);
|
|
assert.equal(r.stats?.omniglyph, undefined);
|
|
});
|