Batch 1 of the locale expansion: Greek, Croatian, Serbian, Lithuanian, Estonian, Latvian, Slovenian, Maltese and Irish across the dashboard catalog, docs mirrors, CLI catalog, README, locale index and the site. 42 → 51 locales.
Also fixes the ICU literal escape the translation backend dropped around angle placeholders, four translations that invented or renamed a placeholder, the language bars that linked to mirrors that do not exist, and the migration count drift (171 → 172).
⚠️ base-red inherited: #12732 — the four unit shards and Fast Quality Gates fail identically on unrelated PRs cut from the same base.
Um pool `auto/*` vazio que não diz por que está vazio é a pior forma de falha: o operador vê ausência e não sabe se é config, cota ou catálogo. Registrar qual estágio removeu quantos, e carregar `dropReason` em cada entrada de `quotaHealth.providers`, transforma silêncio em diagnóstico.
Os três defeitos achados de carona valem tanto quanto a feature — em especial a cota livre recorrente sem teto sendo tratada como desconhecida em vez de segura, que é justamente o caso que mais aparece.
Revalidei após reconstruir sobre o tip: **15/15**, typecheck:core limpo, `check-api-typecheck` OK (289).
**Uma mudança minha no `catalogPaidFilter.ts`.** Mantive a sua extração — ela é mais limpa que o predicado inline — mas troquei o corpo para usar `isFreeForProvider` por id. O módulo OR-eava `providerHasFreeModels(resolved) || providerHasFreeModels(canonical)` num único `freeProvider` e depois testava `isFreeModel` em cada um. Com isso, um id cujo próprio provider não documenta tier livre passa a ler como grátis sempre que o alias irmão documenta — que é exatamente o buraco que o #12744 fechou e já está no tip. Por id preserva a garantia; nenhuma outra linha do módulo mudou.
**Dívida registrada:** o `virtualFactory.ts` foi de 1187 para 1219 somando esta onda e cruzou o teto de 1200 pela primeira vez. Congelado com os candidatos a extração nomeados na justificativa.
Um modelo grátis fora da tabela herdando $5/$15 por milhão e afundando no roteamento cost-aware é o defeito mais caro desta onda: silencioso, e inverte exatamente a decisão que o operador quer.
Parar de chutar 1500ms de latência para modelo desconhecido e usar a mediana observada do pool — com contador de quantas vezes o chute dispara — é trocar heurística por medição do jeito certo. O contador é o que permite saber se valeu.
Revalidei após reconstruir a branch sobre o tip: **33/33** nas suítes da PR, typecheck:core limpo, `check-api-typecheck` OK (289).
**Duas integrações:**
1. `computeSnapshotWeights` conflitou com o #12794 (health via breaker + quality), já mergeado. Os dois compõem e ambos ficaram: o seu termo de `reliability` — que era a única chave que o caminho de snapshot ainda ignorava — mais o health observado e o quality do #12794.
2. `scripts/quality/run-all-gates.mjs` conflitou com o `check:provider-order-sync` do #12790. Aditivo, os dois gates coexistem.
**Nota de dívida:** o `virtualFactory.ts` cruzou o teto de 1200 linhas pela primeira vez (1187 → 1207) somando esta onda. Congelei em vez de dividir e registrei os dois candidatos a extração na justificativa — `computeSnapshotWeights` (~85 linhas) e o grupo de elegibilidade de credencial (~70). Qualquer um dos dois volta o arquivo para baixo do cap.
Validado numa worktree combinada com a onda de roteamento/free-tier desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (288), check-file-size OK após rebaseline, 84/85 nos testes focados.
Duas cópias da mesma ordem de provider com um "keep in sync" implícito é dívida que cobra juros a cada provider novo. Uma definição com re-export nos dois lados resolve a classe.
O `xao/*` ordenando depois de todo provider conhecido em vez de junto do `xai-oauth` é um sintoma concreto de que a duplicação já estava divergindo.
**Integração:** `scripts/quality/run-all-gates.mjs` conflitou com o `check:pricing-freshness` que entrou pelo #12792 na mesma onda. Aditivo — os dois gates coexistem.
Validado numa worktree combinada com a onda de roteamento/free-tier desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (288), check-file-size OK após rebaseline, 84/85 nos testes focados.
`reliability-first` que não pesava reliability é o defeito mais constrangedor possível num mode pack, e a causa é clara: `modePacks.ts:13` substituía os defaults por inteiro. Financiar os novos pesos com `quota`/`costInv`/`tierPriority` mantendo cada pack somando 1.0 é a parte que exige cuidado e você fez.
Manter `quality-first` em 0.03, igual ao default, para que ele não fique mais fraco que `balanced`, é o tipo de detalhe que só aparece quando se checa a tabela inteira.
**Integração:** conflitou com o #12794 no `computeSnapshotWeights`; os dois compõem e ambos ficaram.
Validado numa worktree combinada com a onda de roteamento/free-tier desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (288), check-file-size OK após rebaseline, 84/85 nos testes focados.
Tratar breaker aberto como equivalente a fechado no scoring de snapshot é pior que não pontuar: afirma saúde onde há falha conhecida. Trocar as três constantes neutras por valor observado é a correção, e manter preço e orçamento fora do escopo mantém a PR revisável.
**Integração:** o `computeSnapshotWeights` conflitou com o #12731, que adiciona peso de `reliability` a partir de `failureRate`/`errorRate`. Os dois cobrem chaves diferentes e compõem — ficaram ambos: reliability do #12731, health via breaker e quality desta PR, quota neutro nos dois. Nenhum dos dois lados foi descartado.
Validado numa worktree combinada com a onda de roteamento/free-tier desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (288), check-file-size OK após rebaseline, 84/85 nos testes focados no runner Node.
Metadado de display derivado da mesma fonte da decisão, com um gate STRICT que quebra o CI se a contagem do manifesto divergir do catálogo — é o detalhe que impede a tag de virar mentira daqui a três meses.
Registrar que 77 entradas de catálogo viram 76 no manifesto porque o `arcee-ai` ainda não tem entrada no registry é exatamente o tipo de discrepância que costuma virar bug fantasma.
Validado numa worktree combinada com a onda de roteamento/free-tier desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (288), check-file-size OK após rebaseline, 84/85 nos testes focados no runner Node.
Parar de honrar `isFree:true`, `:free` e `0/0` vindos do upstream **antes** de consultar o catálogo é a inversão certa: hoje um provider sem tier livre documentado consegue se declarar grátis e o listing diverge do roteador `auto/*`. Checar as heurísticas depois do hit de catálogo fecha a porta sem quebrar o caminho de linhas custom locais, que continuam confiáveis pelo caminho próprio.
O `isFreeModel("or", …)` com um alias que não existe é o tipo de bug que passa despercebido porque falha silenciosamente para o lado permissivo.
**Integração:** o `decideHidePaid` que o #12795 extraiu passou a usar o seu `isFreeForProvider` por id, em vez de OR-ear os dois aliases num único `freeProvider`. A forma por id é a garantia que esta PR estabelece, então ela prevaleceu.
Contagem de migrations 171 → 172 após a `175_call_logs_provider_stats_indexes.sql` do #12832. Medido com `ls src/lib/db/migrations/*.sql | wc -l`.
Falha minha de processo: depois da onda 1 desta leva eu medi file-size, api-typecheck, changelog-integrity e colisão de migration — não o `check:docs-counts`. O drift ficou vivo até a onda 2 esbarrar nele.
41 mirrors de `llm.txt` regenerados pelo script do projeto. Aprovado por você para tocar `AGENTS.md`, mesma classe do #12970.
Um caractere. O fragmento do #13097 subiu sem o `- ` inicial e derrubou o `Merge integrity` para todo mundo que veio depois.
Terceira ocorrência da mesma causa nesta release; a anterior foi o `reset-aware-model-family.md`, que o #12711 consertou de carona.
Um 0% vermelho num install novo não é só feio: é um número contraditório, porque afirma medição onde não houve nenhuma. Ler ausência como "n/a" é a correção certa, e mantê-la display-only no caminho de combo health mantém o escopo honesto.
Registro que gostei: a PR **não** mexe no `/api/health`, e diz por quê — qualquer coisa que aquela rota devolva é pública numa instância exposta. Recusar o escopo adjacente com a razão escrita vale mais que a mudança em si.
Revalidei após mergear a base na branch: `api-health-version-source` + `combo-health-empty-snapshot` 5/5 no runner Node, `combo-health-null-quota` 1/1 no vitest, typecheck:core limpo.
**Integração:** `src/app/api/system/version/route.ts` conflitou com o `restartRunningServer` que entrou na release depois que você cortou a branch. Aditivo — ficaram os dois imports, a sua troca por `APP_CONFIG.version` e o passo de restart do outro PR.
Validado numa worktree combinada com a onda de persistência desta leva sobre `release/v3.8.51`: check-file-size e check-changelog-integrity OK, typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (289). Revalidei o head atual mergeado com o tip: typecheck:core limpo e **36/36** entre `db-rate-limit-guard` e as suítes desta PR.
Levantar o cooldown do escopo pai sem deixar os filhos aninhados presos é o miolo — um cooldown órfão em filho é invisível no dashboard e mantém a conexão fora de rota sem explicação.
**Nota de coordenação:** o `setConnectionRateLimitUntil` colidiu com o #12788 (guard contra timestamp não-finito ou já expirado), que mergeei nesta mesma onda. Eu tinha resolvido a integração na minha worktree, mas ao empurrar o push foi rejeitado — você já tinha empurrado `441fd44`, `f853ba5` e `af2ed01` com a integração feita, e a sua ordenação é equivalente à minha. Descartei a minha e mantive a sua; o crédito é seu inteiro. Fica o registro de que push rejeitado não é erro leve: se eu tivesse mergeado sem reler, teria levado a branch errada.
`solveInWorker` increments `activeWorkerCount` before constructing the Worker,
but the `cleanup()` that decrements it lives inside the promise executor and only
runs once the worker exists. Anything that throws first -- most obviously
`resolveWorkerPath()` when the worker script is missing, since it resolves
against `process.cwd()` -- leaves the counter permanently incremented.
With `MAX_CONCURRENT_WORKERS = 2`, two such failures wedge the solver for the
lifetime of the process: every later call rejects with "capacity reached (2)"
while no worker is actually running, and the real cause is hidden.
Construct the Worker inside a try/catch and release the slot before rejecting.
Fixes#13094
Validado numa worktree combinada com a onda de persistência desta leva sobre `release/v3.8.51`: check-file-size e check-changelog-integrity OK, typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (289), 70 testes focados no runner Node e 1 no vitest, todos verdes.
"Zeros continuam zeros, latências ausentes continuam ausentes, falhas pré-coluna ganham o próprio balde" — a distinção entre ausência e zero é o miolo aqui. Um install novo mostrando 0ms como se tivesse medido é pior que mostrar nada, porque parece dado.
**Uma mudança minha na sua branch: a migration foi renumerada de 174 para 175.** A `174_server_tool_executions.sql` entrou no #12867, mergeado horas antes desta leva, então `174_call_logs_provider_stats_indexes.sql` colidia. Renomeei o arquivo e ajustei o rótulo do teste ("migration 174 creates..." → 175). Confirmei que não sobrou prefixo duplicado em `src/lib/db/migrations/` e revalidei o `call-logs-provider-stats`: 4/4.
Os dois índices compostos são a parte que paga a longo prazo — rollup por provider parando de varrer a tabela.
Cap de arquivo estourado por mim: mergeei o #12963 e o #12990 sem rebaselinar o `chatCore.ts`, que ambos fazem crescer. Cada um passou no próprio gate porque mediu contra o tip de onde saiu — o cap só estoura no conjunto, que é o padrão registrado sete vezes no handoff da campanha anterior.
5984 → 6021, +37 linhas, irredutíveis nos chokepoints existentes: cada edição fica onde o `chatCore` já toma a decisão, e os helpers estão sob o cap. Coberto por `chatcore-translation-paths` (72/74; as 2 abertas são a issue #13043).
Validado numa worktree combinada com a onda de persistência desta leva sobre `release/v3.8.51`: check-file-size e check-changelog-integrity OK, typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (289, dentro da baseline), 70 testes focados no runner Node e 1 no vitest, todos verdes.
Mapeamento canônico de janela de quota mais binding multi-conexão seguro, com 4 arquivos de teste para 4 de produção — proporção que dá para revisar.
Validado numa worktree combinada com a onda de persistência desta leva sobre `release/v3.8.51`: check-file-size e check-changelog-integrity OK, typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (289, dentro da baseline), 70 testes focados no runner Node e 1 no vitest, todos verdes.
"Um checkpoint que nunca olhou o próprio resultado" é o tipo de defeito que só aparece quando o WAL fica maior que o banco. Ler a linha de retorno do pragma e diferenciar busy de sucesso é a correção; o retry `PASSIVE` um minuto depois é o que evita esperar as 6 horas do próximo tick.
Gostei da decisão de não persistir contador: streak em memória que zera no stop é o comportamento honesto para uma métrica de contenção.
Os 11 casos cobrem as formas de retorno que o pragma pode assumir — sentinela `-1`, objeto pelado, `undefined`/`null`/`[]` — que é onde esse tipo de parsing costuma quebrar em silêncio.
Validado numa worktree combinada com a onda de persistência desta leva sobre `release/v3.8.51`: check-file-size e check-changelog-integrity OK, typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (289, dentro da baseline), 70 testes focados no runner Node e 1 no vitest, todos verdes.
Singleflight no ponto certo: o cache de 30s já existia, mas não cobria a janela entre o miss e a resolução — que é exatamente quando a rajada acontece. Manter o `finally` para limpar o pending é o detalhe que impede o dedup de virar um cache permanente em caso de erro.
O teste que vale é o quinto: chamadores concorrentes na mesma chave disparam **um** fetch upstream. Os outros quatro protegem o que não pode mudar — fail-open em 0, veneno de 30s, e nenhum vazamento entre chaves.
Validado numa worktree combinada com a onda de persistência desta leva sobre `release/v3.8.51`: check-file-size e check-changelog-integrity OK, typecheck:core limpo, check-api-typecheck OK (289, dentro da baseline), 70 testes focados no runner Node e 1 no vitest, todos verdes.
Persistir `NaN`/`Infinity` numa coluna TEXT envenena toda leitura futura, e um timestamp já expirado sobrescrevendo uma linha viva é pior que não escrever nada. O guard fundido na cabeça da função cobre os dois sem tocar leitores nem o caminho de clear.
Os 6 casos do teste incluem o que mais importa: `null` continua limpando, e uma escrita expirada não derruba um cooldown ativo. Nota: 3 deles falham antes do guard, como você registrou.
**Integração:** este arquivo colidiu com o #12951, que também guarda a cabeça de `setConnectionRateLimitUntil` — lá o `null` vira caminho de clear que também remove os cooldowns filhos do Codex. Os dois compõem: trata-se o `null` primeiro (clear + return), e o seu guard de finitude/expiração passa a valer para os não-nulos. Ambos preservados.
* feat(release): reconcile-changelog tool + version-anchored fragment aggregation
`npm run release:reconcile` (scripts/release/reconcile-changelog.mjs) turns the
v3.8.51 reconciliation pass (#12971) into a repeatable Phase 0a step:
- folds `changelog.d/` fragments under `## [<version>]` — never under the first
matching heading — and credits each one with the PR of the commit that ADDED
it (`git log --diff-filter=A`), because the filename prefix is not reliable
(issue numbers, closed/recreated PRs, literal `#PR_NUMBER`); `--carrier N`
marks a PR that only back-filled fragments for other people's PRs
- drops fragments whose text already ships in another version section
(phantom fragments re-added by branches cut before the previous aggregation)
- covers a commit only when its OWN PR is a primary ref of a bullet (a
`/pull/N` link, the trailing `(#N)`, or an explicit `(#N …)` group) so an
incidental mention cannot hide a PR's own bullet; generates
`**type(scope):** subject (#PR) — thanks @author` for the rest, rolls
Dependabot bumps into one line, documents direct pushes by hash
- `--credit N=handle` carries the closed-PR / co-author / deleted-PR audit
- keeps pre-existing section bullets verbatim (changelog-integrity compares
bullet lines), never touches `[Unreleased]` or older sections
- opens the section with "📊 Release by the numbers" + "🏆 Top 25" (mailmap +
merged-PR login), the v3.8.50 format
`aggregate-changelog.mjs` gains the same anchoring: `insertBullets(text,
bullets, version)` searches the heading inside `## [version]` only (with
`[Unreleased]` still carrying `### ✨ New Features`, every feature fragment was
landing there); `aggregate()` reads the version from package.json.
Tests: tests/unit/reconcile-changelog.test.ts (helpers + an end-to-end
reconcile fixture) and two new cases in tests/unit/changelog-fragments.test.ts.
* fix(release): escape every regex metacharacter before building the mention regex
CodeQL js/incomplete-sanitization on reconcile-changelog.mjs: the handle was only
escaping '-' before being interpolated into a RegExp. Use a full escapeRegExp
helper instead; handles are [A-Za-z0-9_-] in practice, so behaviour is unchanged
for real input and the addCredit tests still pass.
Contadores de docs fora de sincronia com o código, aprovado pelo dono em chat por tocar `AGENTS.md` e `skills/cli-tunnel/SKILL.md` (Hard Rule — superfície de instrução de agente). Nenhuma instrução mudou.
`Docs Gates` acusava 6 drifts STRICT. Dois vieram da minha leva de 16 PRs: migrations 169 → **171** (#12707 trouxe a 173, #12867 a 174) e estratégias de roteamento 19 → **20** (#12789 registrou a `quota-weighted`). Contei os arquivos em vez de confiar na memória: `ls src/lib/db/migrations/*.sql | wc -l` → 171.
Os 41 mirrors de `docs/i18n/*/llm.txt` foram regenerados com `scripts/i18n/sync-llm-mirrors.mjs` — o gate exige cópia exata da raiz.
O outro braço, `check:agent-skills-sync` acusando `GENERATED: + cli-tunnel`, era herdado (o corpo do #12866 já o registrava). O `SKILL.md` commitado documentava `tunnel create [type]`, um argumento que a CLI **não aceita** — conferido em `bin/cli/commands/tunnel.mjs:21`, que declara `.command("create")` puro. Saída do gerador, não escrita à mão.
| gate | antes | depois |
|---|---|---|
| `check:docs-counts` | 6 drifts STRICT | **0** |
| `check:docs-sync` | FAIL — 41 mirrors divergentes | **PASS** |
| `check:agent-skills-sync` | `+ cli-tunnel` | **UNCHANGED: 46 skills** |
Vazamento de credencial em corpo de erro. `tests/unit/error-sanitizer-sk-key-qv45.test.ts` falhava no tip em 8ms:
```
AssertionError: Google key survived: Bad credentials for AIzaSyA1B2C3D4E5F6G7H8I9J0KaLbMcNdOeP
```
O padrão era `/AIza[0-9A-Za-z_-]{35}/` — comprimento **exato**. Uma chave Google padrão tem 39 caracteres e casa; qualquer credencial `AIza…` mais curta ou mais longa passava direto para o corpo do erro.
Os dois lados divergiram na reconciliação de dois PRs do mesmo GHSA: o padrão com `{35}` veio do #12506, o teste anti-drift que cobra `/\\bAIza[A-Za-z0-9_-]{20,}/` veio do #12620. Está vermelho desde que os dois entraram em sequência.
`{20,}` no lugar de `{35}`. Numa mensagem de erro, redigir demais uma string que apenas começa com `AIza` não custa nada; redigir de menos vaza credencial — o lado errado para errar é claro.
Evidência: o arquivo vai de 7/9 para **9/9**. Bateria de sanitização com 538 testes: 533 passam, e as 5 restantes são pré-existentes no tip, não desta mudança (4 levam 21–25s por spawn de processo isolado sob carga; `tunnel-routes-error-sanitization` falha igual no tip puro, verificado). Nenhum teste foi enfraquecido — o padrão foi ampliado para satisfazer uma asserção que já existia.
Consertadas 5 das 7 regressões que o #12867 introduziu em `tests/unit/chatcore-translation-paths.test.ts` — arquivo que ele não toca, e por isso fora da minha validação focada quando o mergeei. Medido: **74/74** em `ce49d96` (antes), **67/74** em `d6f3150` (depois), **72/74** agora.
**Abort de cliente perdeu o mapeamento (3 testes).** O leg classificava por `error.name === "AbortError"`, mas `abort(reason)` pode rejeitar com string crua sem `name` — essa forma caía em 502 em vez de 499, o que o #7907 fixou. E a mensagem passava por `formatProviderError`, entregando `[499]: request aborted by client` ao cliente. O `chatCore` sempre usou `isLocalStreamLifecycleError` e o literal `"Request aborted"`; espelhado.
**`clientResponse` sintético em abort (1 teste).** O caminho antigo omitia o campo porque o cliente já tinha desconectado — esse corpo é o que teríamos enviado, e o dashboard lê o campo como "o que o cliente recebeu". O caminho novo gravava sempre.
**Telemetria de prompt cache sumiu do call log (1 teste).** `claudePromptCacheLogMeta` só era construído dentro do `executeProviderRequest`; o leg virou dono do primeiro send e a variável ficou `null`, então `_omniroute.claudePromptCache` desapareceu **em silêncio** de todo call log desse caminho. Não é teste chato: é observabilidade perdida em produção.
**Corpo não canonicalizável derrubava a request (1 teste).** `derivePostInjectionRequestIdentity` era chamado antes de qualquer checagem de flag; ele canonicaliza o corpo e o `canonicalStringify` rejeita `Date`, `Map` e instâncias de classe por desenho. Um corpo com essas formas lançava `TypeError` em **toda** request não-streaming, inclusive com `SERVER_OWNED_TOOL_LOOP_ENABLED` desligada, que é o default. Agora deriva só quando o loop pode rodar e falha fechada.
Evidência: 74 testes do arquivo 72/74; 138 nas 5 suítes vizinhas com 136 passando; `typecheck:core` limpo; `check-api-typecheck` OK 289; ESLint 0.
**As 2 restantes ficam abertas de propósito** — `refreshes GitHub credentials after 401` e `locks per-model quota failures`. Mesma causa: o leg encerra num não-2xx sem passar pela classificação de falha do `chatCore`. `nonStreamingProviderLeg.ts` não tem uma ocorrência de `lockModel`, `refreshCredentials` ou `markAccountUnavailable`; o `chatCore` tem ~170 linhas disso mais o bloco de refresh 401. Em produção: token Copilot não renova no 401, e 402/429 por quota não trava o modelo naquela conexão. Não consertei porque devolver a `Response` ao `chatCore` é impossível (já consumida por `.text()`) e reimplementar a classificação no leg é decisão de desenho do refactor — @HouMinXi tem o contexto.
Base-red: `API Route Typecheck` falhava no tip com 13 TS2339 novos em `chatCore.ts`, vindos do #12867 — que eu mergeei validando só com `typecheck:core`, que não cobre esse arquivo.
Causa: `legResult` é a união `NonStreamingProviderLegResult`; o guard de erro estreita para a variante `ok`, mas a reatribuição condicional do tool loop devolve o tipo declarado e as 13 leituras seguintes perdem a narrowing. Corrigido fixando a variante num binding próprio — `loopApply.leg` já é `& { kind: "ok" }`, então sem cast.
Gate: 302 erros com 13 novos → **289, todos dentro da baseline congelada**. `typecheck:core` limpo, ESLint 0 no arquivo.
Dois commits: o primeiro é Prettier puro sobre o arquivo do tip (que chegou fora do padrão pelo #12867), verificado byte a byte contra `prettier(tip)`; o segundo é a mudança semântica, 39 linhas.
Os demais vermelhos deste PR são herdados e cobertos por #12990, #12964 e #12970.
Mid-cycle reconciliation of `## [3.8.51]` against the full cycle range
`release/v3.8.50..release/v3.8.51` (091589089c..d6f315018a, 696 non-merge commits):
- fold the 366 `changelog.d/` fragments into the section (features had been
landing under `[Unreleased]` because the aggregator appends at the FIRST
matching heading) and delete them
- drop 25 fragments that duplicate bullets already shipped in `[3.8.50]` /
`[Unreleased]` (six phantom fragments re-added by branches cut before the
v3.8.50 aggregation; 19 pre-cycle PR fragments)
- generate one bullet per cycle commit that had no fragment (350 commits:
44 features / 196 fixes / 91 maintenance, 17 Dependabot bumps rolled up),
carrying the merged PR link and `— thanks @author`
- credit audit: link every fragment to the PR that actually landed it
(`git log --diff-filter=A`), fix three `#PR_NUMBER` placeholders and two
misnumbered fragments (#11845, #11864), credit the recreated PRs to their
original authors (#11887–#11892 → @MumuTW, #12255 → @backryun,
#11771 → @Rahulsharma0810), the nine hartmark co-authored fixes, and the
deleted PR #11370 to @kriptoburak
- add the "Release by the numbers" block, the Top-25 ranking (mailmap +
GitHub login) and the mandatory `### 🙌 Contributors` hall
(111 external contributors + maintainer, generated by
`release:contributors --inject`)
- resync the 41 i18n CHANGELOG mirrors
Gates: check:changelog-integrity OK, check:docs-sync PASS.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437, ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, e a suíte vitest:ui completa (2149) verde.
Sobre esta PR especificamente: rodei os **23 arquivos de teste** que ela toca sobre o tip final, depois do merge da base — **392/392**. A migration `174_server_tool_executions.sql` não colide (o tip está em 173, e você já a renumerou em `c35f0fd7`).
O dono foi consultado antes do merge, porque o loop está atrás da flag `SERVER_OWNED_TOOL_LOOP_ENABLED` mas o primeiro send não-streaming mudou de dono sem flag, e a verificação manual em combo com Memory continuava desmarcada. A condição dele foi: entra se os testes focados passarem aqui. Passaram.
O lock de passthrough (`fetchCalls.length === 1`) é a parte que mais me convenceu — o double-dispatch que um `if (stream)` em volta do send existente causaria é exatamente o tipo de regressão que não aparece em teste de comportamento, só em contagem de chamada.
**Três ajustes meus na sua branch:**
1. `tests/unit/chatcore-stream-error-result.test.ts` procurava `"const legResult = await runNonStreamingProviderLeg"`, mas o seu commit final `6077b9dd` passou a reatribuir `legResult` e trocou para `let`. O guard falhava na sua própria branch (confirmei que o arquivo e o `chatCore.ts` eram byte-idênticos ao head da PR, então não era efeito da leva). Passou a aceitar `const|let` — a intenção do guard é o try/catch em volta da chamada, não a palavra-chave.
2. `tests/integration/skills-pipeline.test.ts` foi de 1156 para 1338 linhas e estourou o `testCap` de 1200. Segui o mesmo caminho que você já tinha tomado em `a1d2d20d` para os testes unitários: extraí os três casos do server-owned tool loop para `tests/integration/server-owned-tool-loop-pipeline.test.ts` (259 linhas), com instância própria do harness. O glob `tests/integration/*.test.ts` pega o arquivo novo sem registro adicional. 3/3 verdes isolados.
3. O arquivo novo herdou cinco `any` do original — que só passavam por estarem congelados no `eslint-suppressions.json` sob o nome antigo. Tipei como `Record<string, unknown>`. E `tests/unit/non-streaming-finalization.test.ts` tinha dois argumentos não usados em `trackPendingRequest`, agora prefixados com `_`.
Nada disso toca produção nem enfraquece asserção.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437, ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
**Sobre a reconstrução da branch.** Esta PR continha os 7 commits do #12746 mais os 3 do round-robin. O dono escolheu mergear os dois em sequência em vez de fechar um como subsumido, então depois que o squash do #12746 entrou eu reconstruí esta branch: cherry-pick de `05059880`, `54168238` e `ddd6bcbf` sobre o tip novo, e force-push. Autoria preservada — os três commits continuam seus (`Minxi Hou <houminxi@gmail.com>`), verificado com `git log --format=%an` antes do push. A PR foi de +4167/−3187 em 14 arquivos para +1281/−1182 em 5, que é o delta real do round-robin.
O `05059880` ("guard round-robin extract before the lift") é o commit que faz esse tipo de extract ser revisável: sem um teste que fixe o contrato antes do movimento, mover 1198 linhas é indistinguível de reescrever 1198 linhas.
Revalidei sobre o tip reconstruído: `round-robin-combo`, `combo-attempt-loop`, `execute-target-attempt`, `execute-target-gates` e `combo-loop-safety-timer-leak-11804` — 24/24 — com typecheck:core limpo e o cap de arquivo OK.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437, ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
Guardar os contratos com testes ANTES de levantar o bloco (`05059880` no irmão, e o `287658f5` marcando os `executeTargetGates` como lift-as-is) é o que torna um refactor deste tamanho auditável. Sem essa ordem, um extract de 3 mil linhas é indistinguível de uma reescrita.
Revalidei depois do merge da base: `combo-attempt-loop`, `execute-target-attempt`, `execute-target-gates` e `combo-loop-safety-timer-leak-11804` — 20/20 — mais typecheck:core limpo e o cap de arquivo OK.
O #12811 entra na sequência logo em seguida, com os três commits do round-robin sobre este.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437, ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
Reservar o sorteio antes do próximo `await` (`2cf74acc`) é a parte não-óbvia e a que mais importa: sem isso dois pipelines no mesmo processo observam `inflight=0` na mesma conta e convergem para ela. O comentário no código explica isso melhor do que o commit message.
**Um ajuste meu na sua branch.** O `tests/unit/combo/quota-weighted-strategy.test.ts` era intermitente — falhava em cerca de 1 a cada 5 execuções, alternando entre `A/B isolation: 7 hard-empty…` e `floor=0 puts 0.5% in the main pool`, sempre com dois pares de mesma faixa trocando de posição. A causa é o helper de fixture:
```ts
const iso = (ms = 86_400_000) => new Date(Date.now() + ms).toISOString();
```
Como `iso()` é chamado a cada invocação do fetcher, dois peers que deveriam empatar recebiam `resetAt` com um milissegundo de diferença sempre que o relógio virava entre as duas chamadas. Pressão de reset entra no score, então esse epsilon quebrava o empate e `sortByScoreThenIndex` nunca chegava ao fallback por índice de inserção.
Fixei a base do relógio uma vez só (`CLOCK_BASE`). Nenhuma asserção foi tocada — as garantias de ordem, tamanho e exclusão continuam idênticas. 10/10 execuções verdes depois, e mais 6/6 após o merge da base nesta branch.
Também mergeei a base para resolver `file-size-baseline.json` (aditivo) e `src/domain/quotaCache.ts`, onde o seu placeholder `_providerSpecificData` cedeu lugar à implementação do #12803, que usa o parâmetro de fato.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437, ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
O ponto que sustenta a PR é o `models.dev` virar overlay de preço em vez de fonte de catálogo. Um catálogo estático que sobrevive à conta já ter listado ids mais novos é o tipo de defeito que só aparece quando o modelo novo é justamente o que se quer usar.
Nota de integração: `activeSyncedCatalog.ts` colidiu com o #12934 (união dos `customModels` do picker no catálogo de despacho). Como você extraiu o bloco original para `loadConnectionCatalog`, os dois se compõem: a união dos irmãos agy/antigravity primeiro, o `unionCustomModels` por cima. Revalidei com `custom-models-live-catalog-12597`, `live-model-catalog-reconciliation-8926`, `sync-models-degraded-cached-catalog-9683`, `models-dev-catalog-read-gate`, `discovery-class`, `reactive-model-sync` e `l1-oauth-autosync-default` juntos — 48/48 — mais typecheck:core limpo.
Sobre o `autoSync` padrão em Claude/Codex/Copilot com scheduler de 6h: passei isso pelo dono antes de mergear e a decisão foi manter como está.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
A assimetria era exatamente o defeito: o REST do picker já mesclava `customModels`, o despacho não, e o operador via o modelo na tela e tomava 400 na inferência. O overlay só de campos definidos é o detalhe que impede uma escrita esparsa do picker de apagar metadata de capacidade que veio do sync.
Nota de integração: este arquivo colidiu com o #12866, que extraiu o mesmo bloco para `loadConnectionCatalog` e uniu os catálogos irmãos agy/antigravity. Integrei os dois na worktree combinada — a união de irmãos primeiro, o `unionCustomModels` por cima — e a resolução vai junto no merge do #12866.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes. Após o merge da base nesta branch, os 11/11 do `combo-pin-implicit-allowlist` foram revalidados.
A distinção entre pin de step de combo e pin forçado por header (`x-omniroute-connection`) é o que salva a PR de virar uma restrição ampla demais — o header continua permitindo fallback para conexões irmãs, o step não.
Apontar que o `a11930ec4` para a rotação dentro do `handleSingleModel` mas não popula `allowedConnectionIds` no resolve foi a peça que explicou por que os dois são complementares e não redundantes. Sem isso a PR pareceria duplicar um gate que já existia.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
`blockExtraUsage: false` significa "pode usar crédito extra", nunca "esconda a conta antes de despachar" — a conta saía da rota justamente quando o crédito extra existia para ser usado. Os 32/32 cobrem os quatro pontos onde a mesma decisão era tomada, e revalidei após o merge da base (32/32 de novo).
Nota de integração: o seu `isQuotaExhaustedForRequest` colidiu com o placeholder `_providerSpecificData` do #12789 na worktree combinada. Ficou a sua implementação, que é a que de fato usa o parâmetro. A base foi mergeada na branch para resolver o `file-size-baseline.json` (aditivo, JSON revalidado).
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
A decodificação dos campos aninhados 10/20/30 do `GetRemainingResets` ao vivo (último commit) é o que separa isto de um palpite sobre o formato do frame. Mostrar zero em vez de esconder a linha é a escolha certa: crédito zerado é informação, ausência de linha é ambiguidade.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
Regressão de v3.8.50 vinda do #9057, com o sintoma mais enganoso possível: `attempted: 0`. A política já tinha admitido o combo e a checagem era refeita em cada membro interno.
Manter o filtro por prefixo de provider e o `disableNonPublicModels` intactos é o que impede o short-circuit de virar um buraco na allow-list.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
A busca do sufixo mais longo primeiro (`-xhigh` antes de `-high`) é o detalhe que faz a herança funcionar em vez de quase-funcionar. Manter `getResolvedModelContextOverride` fora do escopo, com o teste existente registrando que aquele caminho continua sem herança, deixa a fronteira explícita.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
A separação entre o que é do service worker e o que é do Caddy está certa e é o que torna a PR mergeável: o `respondWith` em navegação é defeito nosso, o `Alt-Svc` mentindo h3 é config de proxy reverso e não tem o que fazer aqui.
O `/dashboardfoo` casando com `startsWith("/dashboard")` é um achado à parte, e o bump de cache v2→v3 é o que faz o worker antigo sair do ar nos clientes que já estão presos.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
Available 0% com Voucher 100% e Cash 100% não é estado de carteira que exista — foi o sinal certo para puxar o fio. Tratar leftover como booleano só para Available e cravar 100% nos outros dois buckets é o tipo de defeito que passa despercebido enquanto a conta tem saldo.
Os dois testes cobrem os dois lados: o produtor e o caminho até `getQuotaRemainingPercentage` com `isCredits` + CNY.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
O `nodeMap` lido do closure de `RuntimePageClient` por uma função de nível de módulo é uma bomba-relógio silenciosa: só explode quando um monitor entra em error/exhausted/alerting, e o teste existente só alimentava listas vazias. Tirar o arquivo do exclude do vitest vale tanto quanto o fix — confirmei aqui que `tests/unit/ui/runtime-page-client.test.tsx` agora roda na `test:vitest:ui` e passa.
A anotação sobre o "内部服务器错误" ser o catálogo RSC da página, e não o crash, poupou o próximo a caçar fantasma.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
Além do bug do toast, esta PR foi a que derrubou os três base-reds vivos do tip: o fragmento `changelog.d/fixes/reset-aware-model-family.md` sem o `- ` inicial, o registro do `tests/unit/reset-aware-request-scope-12600.test.ts` no `stryker.conf.json` e o `TS2554` do glm. O `check-changelog-integrity` voltou a passar aqui por causa dela.
O diagnóstico do MouseEvent é o que dá o valor: `onConfirm` chegava como handler de clique nativo e `handleBatchDeleteConfirm` tratava qualquer primeiro argumento truthy como callback. O cinto (`typeof`) e o suspensório (o wrap no ConfirmModal) juntos estão certos — só um dos dois deixaria a porta aberta para o próximo caller.
Validado numa worktree combinada com as 16 PRs desta leva sobre `release/v3.8.51`: typecheck:core limpo, check-file-size e check-changelog-integrity OK, complexity 2788/3218 e cognitive 1261/1437 (ambos sob a baseline), ESLint 0 erros nos 152 arquivos alterados, 771 testes unitários focados, 49 de integração e a suíte vitest:ui completa (2149) verdes.
O `65536` era o 16º posicional de um helper com 15 parâmetros — `TS2554` vivo no tip (`open-sse/executors/glm.ts:244`, confirmado aqui antes do board). O teste de guarda de aridade é o que impede a reincidência: ele checa a assinatura do helper e o call site, não o comportamento, que é exatamente onde o erro morava.
Obrigado por isolar isso do #12711 em vez de deixar o `glm.ts` viajar junto com pin/combo-split/moonshot.
* chore(ci): guard commit identity in pre-commit to stop author misattribution
Two windows of commits in this checkout were signed with the wrong identity,
both caused by an identity override left behind by an automated session:
2026-08-13..26 (name "Xiangzhe" + @backryun's e-mail, 237 commits) and
2026-08-29..09-02 (name "Markus Hartung" + the maintainer's e-mail, 59 commits).
The .mailmap repairs the record after the fact; this gate stops the next window.
The gate is opt-in per machine via omniroute.expectedName / expectedEmail — with
no config it exits 0, so contributors who clone the repo are never affected. It
blocks three things: a committer that is not this machine's identity (which is
what BOTH windows looked like — in August neither the name nor the e-mail was
the maintainer's, so checking only their e-mail would have missed it), an author
carrying the maintainer's e-mail under someone else's name, and any address
listed in omniroute.legacyEmail.
Crediting a contributor with `git commit --author="Name <their@email>"` keeps
working, since the rule targets the committer and the maintainer's own address.
* test(ci): isolate the identity gate's test from the ambient git config
The "stays inert when the machine has not opted in" case read the real
global config, so on a machine that HAS opted in (omniroute.expectedEmail
set — the maintainer's own boxes, where this gate matters most) the gate
correctly refused a synthetic contributor identity and the test failed.
It only passed on a clean CI runner.
Neutralising GIT_CONFIG_GLOBAL/GIT_CONFIG_SYSTEM makes the opt-in state
come solely from what the test injects, so the suite is deterministic on
both an opted-in and a clean machine.
opencode v2 loads plugins through a contract the existing
@omniroute/opencode-plugin cannot satisfy: v1 exports plugin factories with an
auth/provider/config/tool hook object, v2 expects a default define({id, setup})
carrying catalog and integration domains. One package would have to satisfy
both loaders from a single entrypoint. An opencode v2 install therefore has no
route to an OmniRoute gateway at all: no model discovery, no combos, no
enrichment.
This adds @omniroute/opencode-plugin-v2, a self-contained package. The v1
plugin is untouched, so v1 users see no move, no migration and no breaking
version. The two packages deliberately share no code and no release: the
mapping logic here began as a port of v1's and now lives in this package, which
keeps either one free to change without a coordinated publish.
The plugin publishes models, combos and auto-combos into the host catalog,
refreshes them lazily behind a 300s TTL, and keeps serving the last known
catalog from an on-disk snapshot when the gateway is unreachable. Publishing is
staged: models and combos are what a catalog is, so they go out as soon as they
are known, while auto-combos, the provider list and the enrichment overlay fold
into the snapshot when they land. Gating the publish on all of them made the
catalog hostage to the slowest source — a gateway that accepts the connection
and never answers /api/combos/auto left everything unpublished until that fetch
timed out, which is longer than a short-lived host stays alive.
Display names carry what the gateway knows about a model: the upstream provider
it routes to, whether it is free, and the budget that comes with it. Those parts
were already fetched and then dropped, so two connections selling the same model
looked identical in the picker. The provider prefix can be turned off with
`providerTag: false`.
The on-disk snapshot carries that overlay too, under a size cap, so a cold start
opens on named models rather than raw ids. The host is asked to reload only when
the catalog or the overlay actually moved, never once per refresh window.
The gateway key comes from the host credential store when one is connected, so
connecting the integration from opencode is enough and no secret needs to sit
in opencode.json; a plugin option and an environment variable remain as
fallbacks, and a host too old to expose a credential store still loads. Nothing
is silent when a key is missing or refused: an absent key is named once at
startup with the three ways to supply one, and an enrichment source the gateway
rejects is reported per endpoint with what the catalog loses. Those three
failures used to be empty catch blocks, which turned a management token the
gateway refuses into a catalog of raw model ids with no explanation.
Tool calling to Gemini keeps working. Gemini answers 400 INVALID_ARGUMENT for
an entire request whose tool declarations carry $schema, $ref or
additionalProperties. The v1 plugin handled it by wrapping fetch and rewriting
the JSON body; v2 does it on the language model, where the tools are still
structured data, and only for Gemini models of this provider. It can be turned
off with geminiSanitization: false, and a host exposing no aisdk domain loads
without it.
The catalog contract itself is a moving target, so the plugin adapts to the
host instead of assuming one shape. The released CLI keeps the aisdk package,
the endpoint (as settings.baseURL), the request headers and the variant options
directly on the model and provider; the current SDK types keep the same
information inside an api block. Writing only the api block yields a catalog
the released CLI lists but cannot route. Rather than key off a version list
that goes stale on the next release, the plugin reads the shape the host seeds
into the catalog draft and publishes accordingly: a seed with a top-level
package and no api block gets both field sets, a seed with an api block gets
that block alone, and an undisclosed seed gets both. None of the legacy keys
collide with a key of the current types, so the two shapes coexist on one
object, variants included.
Four v1 behaviours are deliberately not carried over, because v2 either owns
them or no longer needs them: the plugin-side debug log (the host has its own
logging), the compression-metadata suffix on combo names, the MCP auto-emit
(the v2 host owns MCP), and the omni-sync command plus its background timer
(the TTL and a content fingerprint drive catalog.reload instead).
A refresh never downgrades what is already published: the previous overlay is
carried forward until the new one lands, so names, pricing and the usable
filter no longer drop out for the length of every TTL window. The disk snapshot
is read after the credential is resolved, because it is keyed by that
credential — reading it earlier looked up the identity the options carry rather
than the one in use, and rejected a perfectly good catalog exactly when the
gateway was down.
The tool-schema cleaner now knows where a schema ends and a property name
begins. Stripping keywords by name anywhere in the tree deleted a tool
parameter called `ref` while leaving it in `required`, handing the model a
schema it could not satisfy; a `$ref` it cannot resolve now forwards the tool
untouched instead of widening it to accept anything. Gemini detection is
anchored on the model family, so `gemini-compatible-proxy` is no longer treated
as a Gemini model.
A source the gateway refuses is reported on the library entry point as well,
not only through the plugin, so the usable-provider filter can no longer disable
itself in silence. `providerId` is bounded to a safe character set because it
reaches a filesystem path, `hiddenModels` covers combos as it already covered
models, the Anthropic block gets the gateway root rather than a doubled `/v1`, an unparseable tool schema forwards the tool instead
of failing the request, and the package typechecks under the same settings as
the v1 plugin.
CI mirrors the existing plugin workflow: install, build and test on Node 22 and
24, for both packages. The plugin SDK stays pinned, and the host-shape assertions carry the risk of
a contract move rather than a check against a rolling upstream tag.
Co-authored-by: Max <maxmad64@gmail.com>
Native Codex passthrough (POST /v1/responses, provider=codex) was unconditionally
excluded from prompt compression, writing only skip_reason='excluded' analytics
rows. Prompt compression now depends only on the operator exclusions list;
reactive compaction and combo overflow fail-fast intentionally still bypass
(prompt-only scope).
Closes#12793
Regression guard: tests/unit/codex-prompt-compression-passthrough.test.ts
Merged. It does what it says, and it also uncovered something — details below so the follow-up is not mistaken for a regression from this PR.
Measured on `release/v3.8.51`, `tests/integration/chat-pipeline.test.ts`:
| | line 580 | line 994 | line 1599 |
|---|---|---|---|
| tip | `410 !== 200` | `410 !== 200` | `502 !== 200` |
| tip + this PR | passes | passes | passes |
All three were retired model ids reaching the router and coming back 410/502. Swapping them for live ones is exactly the right fix and takes the suite from 25/28 to 27/28.
**The one that remains, and why it is not yours:** with the 410 gone, `chat pipeline persists Codex responses cache and reasoning tokens to call logs` now runs past `assert.equal(response.status, 200)` and reaches line 592, where `callLog.provider` is `openai` and the test expects `codex`. That assertion was simply never reached before — the 410 short-circuited the test at line 580.
I checked whether the model id chosen here was the cause, since `gpt-5.6-sol` is declared by 12 providers (`openai`, `github`, `cursor`, `kiro`, …). It is not: re-running with `gpt-5.3-codex-spark`, which only the `codex` provider declares, produces the identical `openai !== codex`. So it is provider resolution or the `seedConnection("codex")` harness, not catalog ambiguity. I reverted that experiment — this merged exactly as you wrote it.
Filing that as its own issue with the trace.
Merged, with one column-reconciliation gap closed.
The fail-closed reasoning is right and the comments carry it well: a stored snapshot whose cues were replaced by `[redacted-video-transcript]` must not be rehydrated as continuation history, because forwarding placeholder text upstream as if it were the client's real turn is worse than making the client resend. Treating it exactly like `previous_response_not_found` means no new client-visible behaviour to document. Migration 173 does not collide — the tip runs to 172.
**What I added:** `video_content_removed` to `ensureCallLogsColumns` in `src/lib/db/schemaColumns.ts`, plus a case in `tests/unit/db-schema-columns-split.test.ts`.
`resolvePreviousResponseState` now SELECTs that column on every `previous_response_id` lookup. Migration 173 creates it, but this repo carries a separate reconciliation path for lineages that skipped a migration — and on such a database the SELECT would throw `no such column: video_content_removed` instead of failing closed. That is the same hole #12470 closed for `provider_connections.last_ping_at` earlier today, so the pattern was fresh. Verified red-then-green: stubbing the new reconciliation out drops the suite to 8/9; restored, 9/9.
Validated on `release/v3.8.51`: `responses-continuation-store`, `save-call-log-persistence`, `video-bridge-log-redaction` and `db-schema-columns-split` all green (54 focused tests, 0 failures). `typecheck:core` and `lint` clean. The integration run logs `[DB] Added call_logs.video_content_removed column`, which is the reconciliation firing on a fresh test database.
Merged. This removes the cause that #12607 had to freeze.
`react-hooks/set-state-in-effect` on this file was living in `config/quality/eslint-suppressions.json` as a frozen count of 1 — the lint was green because the violation was suppressed, not because it was gone. `useSyncExternalStore` is the sanctioned shape for exactly this problem: `getServerSnapshot` supplies the SSR-safe default, `getSnapshot` reads localStorage after hydration, and the tree commits once instead of twice. The `storage` listener keeping other tabs in sync is a real bonus.
The detail that makes this correct rather than merely lint-clean: you kept "hide for now" and "hide forever" as separate concepts — `usageGuideHiddenForNow` stays per-mount local state while only the persisted dismissal goes through the store. A naive conversion would have collapsed them and made the temporary hide survive a reload.
Three things I added before merging:
1. **Dropped the `react-hooks/set-state-in-effect` entry from the suppressions file.** With the cause gone it becomes a stale allowlist entry, which is what the Fase 6A.3 stale-enforcement is built to flag. Verified: `eslint` on the file now reports only the 6 pre-existing `no-unused-vars`, which stay frozen.
2. **Updated the rationale comment above the hook** — it still described "correct it client-only, after hydration, in an effect", which is the shape you just removed.
3. **Rebaselined `combos/page.tsx` 5018 → 5066** in `file-size-baseline.json` with a dated annotation. The +48 lines are the module-scope store helpers; the cap is pre-authorized for legitimate growth and this is as legitimate as it gets.
Validated on `release/v3.8.51`: `check-file-size` OK, `lint` clean, `typecheck:core` and `check:dashboard-typecheck` clean (207 pre-existing, all within baseline).
Merged. Focused, correct, and tested.
`recordRejectedRequestUsage` runs on the path where the request never reached the guardrail chain — circuit-breaker-open and combo-exhausted rejections — so the video-bridge guardrail never got the chance to rewrite the transcript, and the raw cues went straight into `call_logs`. Routing the body through `redactVideoTranscriptFieldsForLog` at the persistence boundary is the right place: a no-op clone for non-video bodies, structured field substitution for video ones, and not bypassable by cue content.
The `requestBody == null ? requestBody : …` guard keeps the existing "no body available" case behaving exactly as before, which the neighbouring test still covers.
Validated on `release/v3.8.51`: `tests/unit/rejected-request-usage.test.ts` green, including the new case asserting the secret cue text does not survive into the persisted detail and that the field reads `[redacted-video-transcript]`. `typecheck:core` and `lint` clean.